Os malditos “joguinhos”

Quem inventou esses joguinhos e essas regras da conquista?

Eu não quero ter que me preocupar se estou fazendo certo ou errado. Eu estou interessada e não quero mais ter medo de demonstrar isso. Eu estou cansada de me obrigar a fingir que não gosto tanto assim de alguém quando na verdade eu estou assustadoramente apaixonada. Eu não quero ganhar na competição do mais forte, eu nem quero competir. Eu só quero abraçar a pessoa e dizer que amo sem medo de parecer idiota. Quero demonstrar tudo o que eu sinto e dane-se se soar exagerado!

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Me desculpe por te esquecer

Admitir que eu te esqueci, que já não o amo foi mais fácil do que admitir para mim mesma que eu te amava. Quando amava.

Me desculpe se eu fui te apagando um pouco a cada dia até que um dia eu já estava acostumada à sua falta. Até parece que nunca o conheci. Nesse dia consegui aposentar a dor, deixar bem guardada numa caixinha bem trancada lá no fundo do coração para ser consumida pela poeira do tempo num lugar bem escondido para proteger meus sentimentos por você de mim mesma. Onde eu não possa consultar e reviver toda aquela dor. Continuar lendo

Eu sou a minha melhor companhia

Durante algum tempo sustentei a ideia de que era necessária a presença de alguém, sejam amigos ou relacionamentos amorosos para se divertir de fato em um lugar como o cinema, por exemplo. Ou seja, meus momentos de felicidade estavam dependentes de outras pessoas, mas esse poder não devia ser exclusivamente meu? E quantas vezes eu deixei de sair ou de fazer algo por acreditar que não tinha companhia? E eu? Será que não sou o bastante? Continuar lendo

Éramos tão diferentes

Éramos tão diferentes… Seu pensamento me irritava e você fazia coisas que eu odiava, no entanto, eu ignorava, às vezes até fechava os olhos porque tudo o que eu não queria era brigar porque me desentender com você parecia o fim.

Eu tentei encontrar explicações para o seu descaso e elaborei desculpas por você só para me convencer de que não é um ser humano tão ruim assim, precisava de um bom motivo para não me sentir mal por te amar.

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A espera

A gente pode até negar e fingir que não espera uma ligação daquela pessoa especial, mas no fundo nós sabemos o quanto nossa mão se cansa de segurar o celular, de como cada barulho mínimo ouvido é um mini ataque do coração, a adrenalina que sentimos pressupondo que é uma mensagem da pessoa que nos faz viver assim, em uma montanha russa em constante movimento, uma vez acionada jamais parará sem consequências, ninguém sai inteiro, há sempre uma parte de nós que é roubada pelo outro. Continuar lendo